Autoridades de Camarões, na África, visitam escolas municipais de Palmas

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Autoridades de Camarões, país localizado na África, visitaram Palmas para conhecer a metodologia de gestão da Capital e as experiências exitosas que podem ser aplicadas ao país africano. A visita a Palmas foi feita por meio do programa do governo central que estimula o relacionamento das cidades de Camarões com outras cidades do mundo. A escolha, segundo o Secretário Executivo do Instituto de Planejamento Urbano de Palmas (Impup), Iapurê Olsen, se deu pelas semelhanças de clima, estrutura, tamanho e principalmente pelos indicadores econômicos de Palmas.

 

A equipe visitou pontos estratégicos de Palmas e duas unidades de ensino, a Escola de Tempo Integral Padre Josimo, na Arno 31, e o Centro de Educação Infantil Pequenos Brilhantes, na Arno 41. Um dos integrantes da equipe é o Secretário Geral da Câmara Municipal de Bamenda, cidade de Camarões, Jude Nsom Waindim, que falou sobre a sua experiência na Capital. “O sistema educacional de Palmas é realmente maravilhoso. Inclui todos os estudantes, onde todas as pessoas se envolvem em todas as atividades da escola, e é incrível poder ver como crianças podem desenvolver atividades como cultivo, criação de peixe e elas próprias são responsáveis pela alimentação desses peixes”, explica.

 

Os alunos ficaram entusiasmados com a visita, pediram fotos com eles e até arriscaram conversar em inglês com a equipe. Os visitantes ficarão até o próximo dia 11 participando de reuniões e conhecendo mais sobre a organização e a gestão da cidade de Palmas.

 

Intercâmbio

 

O objetivo deste intercâmbio é ter uma visão de todas as áreas, saúde, educação, cultura, infraestrutura e urbanismo que são carências que eles possuem, de acordo com Iapurê Olsen. O secretário executivo também falou sobre o sentimento dos camaroneses sobre Palmas. “Eles estão maravilhados e nós, palmenses, precisamos ter a consciência de saber que o que temos aqui é coisa boa. A Capital é um caso de sucesso e eles querem ver o porquê de todo esse sucesso para então identificar o que falta para eles. Nesse sentido, tem-se pensado, inclusive, em um acordo internacional entre as cidades, cidades irmãs, para tocar esse programa e poder colaborar mais”, conta Iapurê.

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